sábado, 5 de abril de 2014

Aos 66 anos, morre o ator José Wilker

De acordo com a Globo News, o artista dormia na casa da companheira, a jornalista Claudia Montenegro, na zona sul do Rio de Janeiro, quando foi vítima de um infarto fulminante. Uma ambulância teria sido chamada para levá-lo ao Hospital Samaritano, mas, ao chegar, os socorristas teriam detectado que não havia mais nada a fazer.
Com uma extensa lista de trabalhos no teatro, na TV e no cinema, o veterano deixa duas filhas: Isabel e Mariana.
O último papel do famoso nas telinhas foi como o Hebert de 'Amor à Vida' - trama antecessora de 'Em Família' na TV Globo.
O velório acontecerá no Teatro Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro. O corpo será cremado.

José Wilker começou sua consagrada carreira no mundo artístico no teatro. Nos palcos, o artista conquistou, ainda no início de sua trajetória profissional, o prêmio Molière de Melhor Ator, em 1970, pela peça 'O Arquiteto e o Imperador da Assíria'.
O diretor também fez parte do elenco da famosa montagem de 'O Rei da Vela', do Teatro Oficina.
Com talento mais do que comprovado, o auge da carreira de José Wilker aconteceu mesmo na televisão, quando, assim que atuou em sua primeira novela, 'Bandeira 2' (1972), ganhou status de galã.
Em 1975, por exemplo, ele deu vida ao bonitão Mundinho falcão, na primeira versão de 'Gabriela', na TV Globo, e foi aclamado pela mulherada de plantão.
Entretanto, Wilker não se acomodou como mais um rostinho bonito em frente às telinhas e se manteve em evidência sempre com diversos papéis complexos e irreverentes.
Em seu currículo, grandes destaques se acumulam. Dentre eles o empresário Fábio, na minissérie Anos Rebeldes (1992), e o presidente Juscelino Kubitschek, na minissérie JK (1996).

Fonte: http://entretenimento.br.msn.com

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