CHAVES MORRE: ROBERTO BOLAÑOS, O ATOR DE CHAVES E CHAPOLIN, MORRE AOS 85 NO MÉXICOA

MÉXICO — Morreu nesta sexta-feira (28) o ator mexicano Roberto Bolaños, conhecido por criar e interpretar os personagens Chaves e Chapolin Colorado.)......

PELÉ FALA COM FAMILIA PELO FACEBOOK E ENCOMENDA FEIJOADA

O final da tarde desta sexta-feira (28) foi alívio para dona Celeste, mãe de Pelé. A preocupação díminui quando ela não apenas falou, mas viu o filho no vídeo pelo Facebook.......

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Amigo de Pelé, torcedor do América e 'perna de pau', ator de 'Chaves' morre aos 85 anos

Morreu nesta sexta-feira (28/11) o ator mexicano Roberto Gomez Bolaños, aos 85 anos, segundo o canal Televisa. Ele ficou famoso pelos personagens "Chaves" e "Chapolin Colorado", do seriado exibido até hoje pelo canal SBT........

Esporte!

Ceni desiste de aposentadoria e renova com São Paulo até agosto, pensando na Libertadores!......

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Falha no Tinder podia entregar localização dos usuários


Especialistas de segurança da Inside Security divulgaram nesta quarta-feira uma falha no Tinder que podia entregar a localização quase exata dos usuários a um invasor.Especialistas de segurança da Inside Security divulgaram nesta quarta-feira uma falha no Tinder que podia entregar a localização quase exata dos usuários a um invasor.
A brecha, já corrigida, foi encontrada no final de 2013 e se baseava no valor da distância que era listado na API da versão do aplicativo para iOS, logo abaixo dos amigos e dos interesses em comum.

De acordo com o post no blog da companhia de segurança, o problema aparecia no endpoint “users”, que dava informações relacionadas ao ID do usuário. Além da biografia, do nome, do aniversário e do gênero, a solicitação feita pelo app trazia também nos resultados contadores de amigos e de interesses em comum e de distância.

O número desse último era a metade exata da distância exibida na tela do app, “o suficiente para fazer uma triangulação realmente precisa”, nas palavras de um dos especialistas da Inside.

A técnica é usada por sistemas de GPS ou de monitoramento de posição por redes móveis, e se resume, de certa forma, a usar três ou mais pontos em distâncias diferentes para encontrar uma intersecção entre todos eles. A imagem acima ilustra melhor esse conceito.

Um dos responsáveis por encontrar a brecha no Tinder chegou até a criar uma aplicação que se aproveitava dessa brecha. Bastava digitar o número de identificação de um usuário – também obtido pela API – para que o webware localizasse a pessoa. Seria a ferramenta ideal para um stalker ou mesmo um ex-namorado, e justamente por isso não chegou a ser colocada no ar.

A Inside Security relatou a falha aos desenvolvedores do aplicativo em outubro do ano passado, e a correção foi feita, aparentemente, em dezembro.

Os especialistas tiraram a prova em janeiro, e concluíram que, de fato, a falha fora consertada – embora ela tenha passado pelo menos quatro meses incólume. Isso porque o Tinder havia corrigido, em junho (ou trocado por essa mais recente), uma brecha ainda pior, que entregava dados precisos de latitude e longitude dos usuários.

Fonte:  Exame Abril

Nova tecnologia quer acabar com sinal congestionado de internet móvel



Especialistas de segurança da Inside Security divulgaram nesta quarta-feira uma falha no Tinder que podia entregar a localização quase exata dos usuários a um invasor.Especialistas de segurança da Inside Security divulgaram nesta quarta-feira uma falha no Tinder que podia entregar a localização quase exata dos usuários a um invasor.
A brecha, já corrigida, foi encontrada no final de 2013 e se baseava no valor da distância que era listado na API da versão do aplicativo para iOS, logo abaixo dos amigos e dos interesses em comum.

De acordo com o post no blog da companhia de segurança, o problema aparecia no endpoint “users”, que dava informações relacionadas ao ID do usuário. Além da biografia, do nome, do aniversário e do gênero, a solicitação feita pelo app trazia também nos resultados contadores de amigos e de interesses em comum e de distância.

O número desse último era a metade exata da distância exibida na tela do app, “o suficiente para fazer uma triangulação realmente precisa”, nas palavras de um dos especialistas da Inside.

A técnica é usada por sistemas de GPS ou de monitoramento de posição por redes móveis, e se resume, de certa forma, a usar três ou mais pontos em distâncias diferentes para encontrar uma intersecção entre todos eles. A imagem acima ilustra melhor esse conceito.

Um dos responsáveis por encontrar a brecha no Tinder chegou até a criar uma aplicação que se aproveitava dessa brecha. Bastava digitar o número de identificação de um usuário – também obtido pela API – para que o webware localizasse a pessoa. Seria a ferramenta ideal para um stalker ou mesmo um ex-namorado, e justamente por isso não chegou a ser colocada no ar.

A Inside Security relatou a falha aos desenvolvedores do aplicativo em outubro do ano passado, e a correção foi feita, aparentemente, em dezembro.

Os especialistas tiraram a prova em janeiro, e concluíram que, de fato, a falha fora consertada – embora ela tenha passado pelo menos quatro meses incólume. Isso porque o Tinder havia corrigido, em junho (ou trocado por essa mais recente), uma brecha ainda pior, que entregava dados precisos de latitude e longitude dos usuários.

Fonte: Olhar Digital

No Dia da Internet Segura, Microsoft, Google e Twitter fazem campanha pela privacidade

O CEO da Lenovo, Yang Yuanqing, falou sobre os planos dele para a Motorola em entrevista à Bloomberg, e foi categórico: a Lenovo fará com a Motorola o que o Google não foi capaz de fazer, tornando-a lucrativa.

"Em poucos trimestres nós conseguiremos fazer o negócio virar", disse Yuanqing na entrevista, logo após o anúncio de resultados do trimestre fiscal da companhia chinesa. "Estou confiante de que desde o primeiro dia, este negócio vai rapidamente contribuir para nossa performance e se desenvolver em pilares de crescimento sustentável de longo prazo."
Como a Lenovo fará isso? Yuanqing demonstrou seu plano em linhas gerais, mas dois pontos chamam atenção:

Diminuir os gastos, com materiais mais baratos e escala mundial; Expandir os produtos da Motorola para mercados emergentes e China, onde a empresa espera que os consumidores voltem a adotar a marca.

Yuanqing disse à Bloomberg que não abandonará os produtos premium, e que os países desenvolvidos continuarão fazendo parte da estratégia da Motorola.

A Motorola foi vendida pelo Google à Lenovo no final de janeiro por 2,91 bilhões de dólares, depois de sangrar os caixas da gigante de busca com o fracasso do Moto X no mercado americano.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/o-ceo-da-lenovo-acha-que-pode-fazer-com-a-motorola-o-que-o-google-nao-foi-capaz-de-fazer-e-em-poucos.shtml"

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Cientistas desenvolvem 'detector de mentiras' para redes sociais






Um projeto que envolve várias universidades e empresas europeias está desenvolvendo um detector de mentiras para checar rumores que circulam em fóruns online e em redes sociais.

O sistema analisará em tempo real se uma publicação é verdadeira e identificará se uma conta ou perfil de uma rede social foi criada apenas para espalhar informações falsas.

Os dados analisados incluirão publicações no Twitter, comentários em fóruns sobre temas relacionados a questões de saúde e comentários públicos no Facebook.

O objetivo do sistema é ajudar organizações, inclusive governos e serviços de emergência, a responder de forma mais efetiva a novos acontecimentos.

O projeto surgiu a partir de uma pesquisa sobre o uso de mídia social durante os conflitos de Londres em 2011.

Autoridade

Segundo os pesquisadores, os rumores online serão classificados em quatro tipos.

Especulação: como, por exemplo, se pode haver uma alta na taxa de juros. Controvérsia: como a que ocorreu com a vacina tríplice viral, que foi acusada, em vários países, de provocar o autismo. Má informação: se uma informação falsa é disseminada sem intenção. Desinformação: se uma informação falsa é disseminada intencionalmente.
"Depois dos conflitos de 2011, foi sugerido que as redes sociais fossem bloqueadas para impedir que os manifestantes se organizassem", disse Kalina Bontcheva, pesquisadora-chefe do projeto na Universidade de Sheffield.

"Mas as redes sociais também dão acesso a informações úteis. O problema é que tudo isso acontece muito rápido e não conseguimos diferenciar o que é verdade do que é mentira com a mesma velocidade. Isso torna difícil reagir a rumores, por exemplo, impedindo que serviços de emergência invalidem uma mentira para manter a tranquilidade em uma dada situação".
O sistema também categorizará as fontes das informações para avaliar sua autoridade. Elas incluirão serviços de notícias, jornalistas, especialistas, testemunhas, cidadãos e bots - contas que publicam automaticamente em redes sociais. O sistema também examinará o histórico de uma conta para identificar se ela foi criada apenas para disseminar rumores falsos.

Conversas em redes sociais serão analisadas para ver como elas evoluem. Fontes serão checadas para verificar se a informação se confirma ou não. "Apenas o texto será analisado", disse Bontcheva. "Não analisaremos imagens, então, não teremos como saber se uma foto foi alterada. Isso é muito difícil tecnicamente."

Equilíbrio
Os resultados das buscas feitas pelo sistema serão exibidos em um "painel visual" para que as pessoas possam checar se um rumor se sustenta.

A primeira série de resultados deve ficar pronta em 18 meses e será testada principalmente com grupos de jornalistas e profissionais de saúde. "Temos que ver o que funciona ou não e ter certeza de que temos o equilíbrio correto entre análises feitas por máquinas e por pessoas", disse Bontcheva.

Chamado de Pheme, nome da deusa grega conhecida por espalhar rumores, o projeto envolve cinco universidades - Sheffield, Warwick, King's College London, Saarland, na Alemanha, e Modul, em Viena - e durará 3 anos. Quatro empresas - Atos, iHub, Ontotext e Swissinfo - também participam.

Ao final, espera-se que seja produzida uma ferramenta feita especialmente para jornalistas.

Otimismo
Segundo Rory Cellar-Jones, correspondente de tecnologia da BBC, o projeto vai de encontro a uma tendência crescente de analisar o que é publicado em redes sociais para extrair disso informações valiosas.

"Um técnica conhecida como 'análise de sentimentos' vasculha as redes sociais para detectar padrões e definir qual filme será um sucesso ou qual candidato de uma eleição se saiu melhor em um debate", disse Cellar-Jones. "Até agora, a precisão e qualidade dos seus resultados varia bastante.

"Então, acreditar que técnicas similares serão capazes de distinguir o que é verdade ou mentira nas redes sociais é um tanto otimista."

FONTE: BBC-BRASIL

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