CHAVES MORRE: ROBERTO BOLAÑOS, O ATOR DE CHAVES E CHAPOLIN, MORRE AOS 85 NO MÉXICOA

MÉXICO — Morreu nesta sexta-feira (28) o ator mexicano Roberto Bolaños, conhecido por criar e interpretar os personagens Chaves e Chapolin Colorado.)......

PELÉ FALA COM FAMILIA PELO FACEBOOK E ENCOMENDA FEIJOADA

O final da tarde desta sexta-feira (28) foi alívio para dona Celeste, mãe de Pelé. A preocupação díminui quando ela não apenas falou, mas viu o filho no vídeo pelo Facebook.......

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Amigo de Pelé, torcedor do América e 'perna de pau', ator de 'Chaves' morre aos 85 anos

Morreu nesta sexta-feira (28/11) o ator mexicano Roberto Gomez Bolaños, aos 85 anos, segundo o canal Televisa. Ele ficou famoso pelos personagens "Chaves" e "Chapolin Colorado", do seriado exibido até hoje pelo canal SBT........

Esporte!

Ceni desiste de aposentadoria e renova com São Paulo até agosto, pensando na Libertadores!......

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Esporte: Brasileiros na Europa


Kaká e Cristiano Ronaldo durante jogo contra o Rayo Vallecano, no estádio Santiago Bernabeu, em Madri

O meia Kaká foi escalado neste domingo pelo técnico José Mourinho como titular do Real Madrid e o time venceu, em casa, o Rayo Vallecano por 2 a 0, pela 24ª rodada do Campeonato Espanhol.
Os gols foram de Morata, aos 3min, e Sergio Ramos, aos 12min, do primeiro tempo. 

Sergio Ramos ainda foi expulso aos 17min da etapa inicial, mas o Real conseguiu manter a vantagem.
Kaká ficou no campo até os 34min do segundo tempo, quando foi substituído por Callejón. Os torcedores aplaudiram o brasileiro que vem tendo poucas oportunidades com o técnico português José Mourinho. O jogador, inclusive, por pouco não foi negociado com o Milan em janeiro. 


fonte: folha de SP




Festival de limão- França


Festival de Limão em Menton, no sul da França


Elefante da INDIA
Relógio do extremo norte do Palácio de Westminster, em Londres, com o sino "Big Ben" é replicado com limões e laranjas e exibido durante o 80º Festival de Limão em Menton, no sul da França, nesta sexta-feira (15). O tema desta edição do festival, que envolve mais de 300 profissionais que trabalham no projeto e 145 toneladas de frutas cítricas é "Volta ao Mundo em 80 Dias" .
 
 
 Fonte: UOL notícias
 
 




Tecnologia a favor da cultura, diversidade e interação social.

 

Morador de favela está 'superligado' à internet, diz pesquisa

Vinícius de Lima, 19, usa o laptop da irmã na favela da Rocinha, no Rio; usuários priorizam as redes sociais

Nove entre dez moradores de favelas cariocas, com menos de 30 anos, acessam a internet. A maioria utiliza o computador de sua própria casa. Quando conectados, os usuários priorizam redes sociais, como o Facebook. 
As constatações citadas são parte de uma pesquisa com residentes, de idades entre 15 e 29 anos, de cinco áreas de baixa renda: Rocinha (na zona sul), Cidade de Deus (na zona oeste), Manguinhos e os complexos do Alemão e da Penha (na zona norte).
O levantamento, baseado em 2.000 entrevistas, foi produzido entre os dias 17 e 22 de dezembro de 2012 para o projeto Solos Culturais, uma parceria da Secretaria Estadual de Cultura com a ONG Observatório das Favelas.
Segundo os pesquisadores, a adesão à internet desta parcela da população sinaliza que estão ocorrendo mudanças.
"O cidadão invisível na rua aos olhos da sociedade consegue ser reconhecido em redes sociais como o Facebook. O excluído está alçando virtualmente sua visibilidade. Isso é uma revolução no imaginário da cidade", avalia Jorge Luiz Barbosa, professor do Departamento de Geografia da UFF (Universidade Federal Fluminense) e diretor do Observatório das Favelas.
Ele acredita que a internet pode estabelecer laços até então pouco explorados.
"O garoto da favela posta um vídeo com passos de funk no YouTube que acaba sendo visto pelo menino do condomínio de luxo. Estes cruzamentos culturais permitem a esperança em uma sociedade mais generosa com suas diferenças", diz Barbosa.
Além de marcar presença em redes sociais, os internautas entrevistados costumam baixar músicas, além de armazenar fotos e vídeos.
O acervo pessoal criado por cada usuário é citado também como algo inédito.
"Antes, uma pessoa de classe baixa não tinha condições de comprar uma máquina fotográfica. Hoje, qualquer celular tira foto, o que possibilita a construção de uma memória que por muitas gerações não existiu", avalia o diretor do Observatório das Favelas.
A pesquisa vai resultar no livro "Solos Culturais", que será lançado até o fim do mês.


Fonte: Folha de SP

Serie da Folha de SP, mostra cidade (brasileiras) industriais ou que tem pontecial logísitco.

Serie da Folha de SP, mostra cidade (brasileiras) industriais ou que tem pontecial logísitco.

Depois de grãos e remédios, Anápolis (GO) vira "hub" central

Cidade industrial desde a década de 1970, Anápolis (GO), a 55 km de Goiânia e 160 km de Brasília, busca se consolidar como um centro de distribuição e transportes. 

Esse potencial logístico vem de sua localização, no centro do país, que já faz projetos de infraestrutura saírem do papel e tem estimulado empresas a erguerem lá suas plataformas de distribuição.
A cidade se consolidou como polo produtivo, a partir de isenções fiscais, com a implantação do Daia (Distrito Agroindustrial de Anápolis), em 1976. A partir da década de 1980, tornou-se polo farmacêutico, com sete empresas do ramo.
Agora, com crescimento médio de 17% ao ano, se prepara para mais uma virada.
Em meados de 2014, deve ganhar um aeroporto de cargas, obra do governo estadual de R$ 140 milhões, e o terminal da ferrovia Norte-Sul, que interligará o porto de Itaqui (MA) ao Porto Seco do Centro-Oeste, sediado em Anápolis, com movimentação de US$ 1,9 bilhão em 2012.
Hoje, o transporte de cargas é feito pela BR-153 e pela ferrovia Centro-Atlântica. São previstas obras para uma plataforma que interligará os vários meios de transporte, consolidando a característica de "hub" (a conexão entre várias partes de uma rede).
"A cidade hoje tem característica de entroncamento", afirma Antônio Gomide (PT), prefeito de Anápolis.
O Grupo Hypermarcas foi um dos que apostaram no potencial logístico de Anápolis. Em 2011, o grupo levou toda a operação para a cidade. A mudança envolveu investimentos de R$ 115 milhões e gerou 2.500 empregos.
Hoje, medicamentos como Atroveran, Benegrip, Doril, Engov e Merthiolate, além dos genéricos da marca, são produzidos na cidade e distribuídos para o país.
Com 90 mil m², a fábrica tem capacidade produtiva de 10 bilhões de unidades por ano e teve, em 2012, faturamento de R$ 2,8 bilhões até o terceiro trimestre.
A Roche também mantém seu centro de distribuição na cidade desde 2005. Os insumos são importados por Anápolis e enviados para o Rio. Prontos, os remédios retornam para Anápolis, de onde são distribuídos. O centro de distribuição otimizou a logística, afirma Giacinto D'Ettor-re, diretor de finanças.
A Hyundai Caoa deve investir R$ 900 milhões em uma nova fábrica e também estuda distribuir alguns produtos a partir da cidade. 

Fonte: Folha de SP


Indicadores apontam hostilidade para Exportador no Brasil

Fonte: Google imagens- Empresas

Brasil está mais hostil para o exportador, segundo indicadores

Indicadores coletados pelo governo e pelo Banco Mundial apontam que o Brasil, além de ser um dos países mais inóspitos para o surgimento de empresas exportadoras, tem se tornado ainda mais hostil nos últimos anos.
Para especialistas, os resultados refletem a perda de competitividade da produção nacional e lançam dúvidas sobre a solidez do aumento do comércio com o exterior dos últimos anos.
Em uma base de dados elaborada pelo Banco Mundial com o desempenho de 45 países, a maioria emergentes, o Brasil aparece com a mais baixa taxa de entrada em sua lista de exportadores.
Entre 2006 e 2008, em média, apenas 22% das empresas exportadoras eram estreantes na venda para o mercado externo, contra 38% no conjunto das economias pesquisadas pela entidade.
Há dez anos, quando o volume exportado pelo país não chega a um terço do atual, a taxa de entrada brasileira chegava aos 30%.
DESCENDO O ABISMO
Números preocupantes, dizem os economistas Otaviano Canuto, Matheus Cavallari e José Guilherme Reis, autores do estudo "Exportações brasileiras: descendo um abismo ["cliff", em inglês] de competitividade".
"Novos exportadores são em média mais eficientes que os não exportadores. Taxas de entrada baixas e decrescentes podem ser associadas a baixa produtividade das firmas e/ou a altos custos para exportar", diz o texto.
"A exportação fortalece a empresa. Ela passa a conhecer seus adversários e se prepara para enfrentá-los melhor no mercado nacional. Se isso não acontece, ela acaba sendo engolida mais à frente pelos importados", afirma José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil.
As estatísticas mais atualizadas do Ministério do Desenvolvimento mostram que o número de exportadores cai no país desde 2007, quando foi adotado o atual método de contagem, que inclui as vendas pelos Correios.
Desde então, o número de empresas caiu de 20,9 mil para 18,6 mil no ano passado, embora as exportações tenham se elevado de US$ 160,6 bilhões para US$ 242,6 bilhões --mesmo com a queda contabilizada em 2012.
MAIS CONCENTRADAS
Em outras palavras, as exportações ficaram mais concentradas em menos empresas, em geral de maior porte. No mesmo período, aumentou a participação de produtos primários na pauta, com queda dos industrializados.
Segundo a Associação de Comércio Exterior, hoje cerca de mil empresas são responsáveis por 85% do total de exportações brasileiras.
O câmbio desfavorável --o dólar barato torna os produtos nacionais mais caros no exterior-- é frequentemente apontado como a principal razão para os resultados.
Segundo Welber Barral, consultor e ex-secretário de Comércio Exterior, o empresário brasileiro não é competitivo com o dólar abaixo de R$ 2, como ocorria até 2011.
"Abaixo disso você não consegue exportar. A não ser que seja algo muito especializado, de tecnologia de ponta, o que quase não temos." A advogada especialista em comércio exterior Carol Monteiro de Carvalho também afirma que o câmbio é a maior causa de desistência entre as empresas que a consultam. Segundo ela, a burocracia não é mais um entrave.
Para Canuto, Cavallari e Reis, embora o câmbio tenha de fato prejudicado a competitividade, fatores como o lento avanço da produtividade e o aumento dos custos de mão de obra também tiveram papel importante.



 Fonte: Folha de SP
 

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